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terça-feira, 24 de setembro de 2019

#8 Exercícios de Tríades



Continuando o assunto Tríades, essa semana fazemos exercícios de montagem e identificação, pra tirarmos todas as dúvidas sobre elas. Vem com a gente!

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Disco: Jaco Pastorius – Birthday Concert

Pedro
Banda: Rage Against the Machine
Livro: Guitar Zero

Apresentação: Daniel Lima e Pedro Janczur
Produção: Daniel Lima e Pedro Janczur
Edição: Pedro Janczur
Consultoria Técnica: Marco Bonito

Material de Apoio:

Dados os seguintes modelos de tríades:

Maior:














Menor:














Aumentada:















Diminuta:













Responda as seguintes questões:

1- Partindo de D (ré natural), monte as seguintes tríades:
Maior:


Menor:


Aumentada:


Diminuta:


2- Qual é a tríade de Eb (mi bemol) maior?


3- Qual é a tríade de F# (fá sustenido) menor?


4- Qual a tríade de Ab (lá bemol) aumentada?


5- Qual é a tríade de Bb (si bemol) diminuta?


6- Qual é a tríade formada por D, F e A (ré natural, fá natural e lá natural)?


7- Qual é a tríade formada por G#, B e D# (sol sustenido, si natural e ré sustenido)?


8- Qual é a tríade formada por Bb, D e F (si bemol, rá natural e fá natural)?


9- Qual é a tríade formada por Db, F e A (ré bemol, fá natural e lá natural)?


10- Qual é a tríade formada por E, G e Bb (mi natural, sol natural e si bemol)?


11- Qual é a tríade formada por Eb, G e Bb (mi bemol, sol natural e si bemol)?



segunda-feira, 16 de setembro de 2019

#7 Tríades


Começando assunto novo, esta semana falamos de tríades, o que são, onde vivem, do que se alimentam. Vem com a gente!

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Daniel

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Documentário: Hired Gun

Material de Apoio:

Tríades são conjuntos de três notas, separadas por terças, também conhecidas como empilhamento de terças. As qualidades destas terças nos permitem construir três famílias de tríades:

Maior:
Empilhamento de uma terça maior e uma terça menor, formando uma quinta justa entre as pontas. Portanto:




Menor: 
Empilhamento de uma terça menor e uma terça maior, formando uma quinta justa entre as pontas. Portanto:




Aumentada:
Empilhamento de uma terça maior e outra terça maior, formando uma quinta aumentada entre as pontas. Portanto:




Diminuta: 
Empilhamento de uma terça menor e outra terça menor, formando uma quinta diminuta entre as pontas. Portanto:




Sendo assim, podemos formar as seguintes tríades, partindo de cada nota da escala cromática:




segunda-feira, 9 de setembro de 2019

#6 Intervalos Harmônicos e Descendentes



Finalizando o assunto intervalos, exploramos como funciona a percepção dos intervalos harmônicos e descendentes, quais as dificuldades, facilidades, e quais as técnicas para a identificação.

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Material de Apoio:

Para os intervalos harmônicos e descendentes, manteremos as mesmas referências musicais que usamos para os intervalos ascendentes, porém, teremos que separar as notas compreendidas na nossa cabeça (no caso dos intervalos harmônicos) ou invertê-las (no caso dos descendentes), para aí então podermos compará-los com nossas referências e classificá-los. 

Portanto, o método fica:

Ouvir – Cantar – Separar ou Inverter – Comparar com as referências – Classificar

No caso dos intervalos harmônicos, contaremos com a facilidade das relações de consonância e dissonância ficarem bem mais claras. Porém, pode ser difícil separar as duas notas para compararmos com as referências, e isso pode exigir algum treino. Não desanime, só a prática nos leva até lá.

No caso dos intervalos descendentes, as relações de consonância e dissonância podem não ficar tão claras, mas em compensação as notas já vem separadas. No entanto, ainda é necessário invertê-las para fazer a comparação, e cantar os intervalos descendentes pode se mostrar um desafio para os mais iniciantes. Novamente, não desanime. A prática há de nos levar até nosso objetivo.

Lista completa das referências musicais:


2m – Tubarão ou resolução sensível-tônica

2M – Aquarela do Brasil ou saída da escala maior

3m – Greensleaves

3M – Eu Sei Que Vou Te Amar ou Primavera de Vivaldi

4J – Hino Nacional ou resolução de baixo

5J – Tema de Star Wars

Trítono – Riff de YYZ (Rush) ou acorde dominante

6m – Amigos Amigos de Roberto Carlos, ou o Riff de Sonífera Ilha, dos Titãs

6M – My way, de Frank Sinatra, ou O Que É O Que É, de Gonzaguinha

7m – expectativa de resolução por semitom descendente, ou tema de Jornada nas Estrelas, ou subida vocal de Twist and Shout

7M – expectativa de resolução por semitom ascendente, ou tema do filme Superman

8J – Somewhere Over The Rainbow

terça-feira, 3 de setembro de 2019

#5 Percepção de Intervalos, Parte 2: 6as, 7as e Oitava



Continuando no assunto de percepção de intervalos, desta vez estudamos a segunda parte da oitava, com as as sextas, sétimas e oitava. 

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Daniel: 
Livro: O Cancionista - Luiz Tatit

Pedro: 
Voyager - Golden Record


Material de Apoio:

Continuando com a segunda parte da oitava, temos agora 5 intervalos: 6m, 6M, 7m, 7M e 8J.

Mantendo os mesmos passos para a identificação dos intervalos, temos:

1- Tamanho

Desta vez temos intervalos grandes, e perceber a diferença destes para os tratados no episódio anterior já é meio caminho andado para a identificação correta.

2- Consonância ou Dissonância

Cada intervalo tem uma característica de consonância (acomodação dos harmônicos que causa sensação de unidade e repouso) ou dissonância (sensação de tensão), e treinar a identificação dessa característica é extremamente importante. Os intervalos desta segunda parte são classificados da seguinte maneira:

Consonância perfeita: 8J (oitava justa)

Consonâncias imperfeitas: 6m (sexta menor) e 6M (sexta maior)

Dissonâncias: 7m (sétima menor) e 7M (sétima maior)

3- Referência Musical

Usamos referências musicais para comparar com o intervalo ouvido e ajudar na sua identificação. Qualquer melodia pode servir de referência, mas as sugeridas no episódio são:

6m – Amigos Amigos de Roberto Carlos, ou o Riff de Sonífera Ilha, dos Titãs

6M – My way, de Frank Sinatra, ou O Que É O Que É, de Gonzaguinha

7m – expectativa de resolução por semitom descendente, ou tema de Jornada nas Estrelas, ou subida vocal de Twist and Shout

7M – expectativa de resolução por semitom ascendente, ou tema do filme Superman

8J – Somewhere Over The Rainbow

terça-feira, 27 de agosto de 2019

#4 Percepção de Intervalos, Parte 1: 2as, 3as, 4as e 5as



Neste episódio, nos aventuramos no mundo da percepção musical, mostrando como é possível identificar intervalos apenas ouvindo-os. Começamos com a primeira parte da oitava, estudando as segundas, terças, quartas e quintas 

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Disco: Miles Davis – Kind of Blue 
Documentário: Chasing Trane 

Pedro: 
Disco: Chico Ao Vivo 
Documentário: Quincy


Material de Apoio:

Todo intervalo pode ser identificado auditivamente, por características da sua família que independem do tom tocado. Nesta primeira parte, tratamos da primeira parte da oitava, constituída de 7 intervalos, sendo eles:

2m, 2M, 3m, 3M, 4J, 5J, e trítono, sendo este último o intervalo de 4+ ou 5dim, que tem um nome próprio pela importância que ele tem na música tonal.

Para identificarmos estes intervalos, sugerimos os seguintes passos:

1- Tamanho

Nesta primeira parte, tratamos dos intervalos pequenos, mas mesmo assim existe uma diferença clara entre a distância de uma segunda para uma quinta, e identificar esta característica é o primeiro passo para a identificação do intervalo.

2- Consonância ou Dissonância

Cada intervalo tem uma característica de consonância (acomodação dos harmônicos que causa sensação de unidade e repouso) ou dissonância (sensação de tensão), e treinar a identificação dessa característica é extremamente importante. Os intervalos desta primeira parte são classificados da seguinte maneira:

Consonâncias perfeitas: 4J (quarta justa) e 5J (quinta justa)

Consonâncias imperfeitas: 3m (terça menor) e 3M (terça maior). A 2M (segunda maior) também pode ser considerada uma consonância, quando tocada melodicamente.

Dissonâncias: Trítono (quarta aumentada ou quinta diminuta), 2m (segunda menor) e 2M (segunda maior) – esta última pode ser considerada dissonante principalmente quando tocada harmonicamente (as duas notas ao mesmo tempo).

3- Referência Musical

Usamos referências musicais para comparar com o intervalo ouvido e ajudar na sua identificação. Qualquer melodia pode servir de referência, mas as sugeridas no episódio são:

2m – Tubarão ou resolução sensível-tônica

2M – Aquarela do Brasil ou saída da escala maior

3m – Greensleaves

3M – Eu Sei Que Vou Te Amar ou Primavera de Vivaldi

4J – Hino Nacional ou resolução de baixo

5J – Tema de Star Wars

Trítono – Riff de YYZ (Rush) ou acorde dominante

terça-feira, 20 de agosto de 2019

#3 Exercícios De Intervalos




Continuando o assunto Intervalos, agora fazendo exercícios práticos para solidificar a matéria

Material de Apoio:


Exercícios de Intervalos

Dado o seguinte modelo da escala maior:


E as seguintes relações entre os intervalos:


Responda as seguintes perguntas:

1 - Qual é a 3M (terça maior) do D (ré natural)?

2 - Mantendo o D (ré natural) como tônica, qual a 3m (terça menor)? 

3 - Qual a 5J (quinta justa) do D (ré natural)?


4 - Qual a 5+ (quinta aumentada) do D (ré natural)?


5 - Qual o intervalo entre as notas D (ré natural) e Bb (si bemol)?

6 - Saindo da tônica F# (fá sustenido), qual a 2M (segunda maior)?


7 - Qual a 2+ (segunda aumentada) de F# (fá sustenido)?


8 - Se D (ré natural) é a 3M (terça maior) do intervalo, qual a T (tônica)?


9 - Qual a 4J (quarta justa) de Eb (mi bemol)?


10 - Qual a 4+ (quarta aumentada) de Eb (mi bemol)?


11 - Qual o intervalo compreendido entre E (mi natural) e Bb (si bemol)?


12 - Qual o intervalo compreendido entre C# (dó sustenido) e F (fá natural)?

terça-feira, 13 de agosto de 2019

#2 Intervalos e Nomenclatura





Neste episódio explicamos o que são intervalos, como eles são classificados e nomeados

Material de apoio:


Intervalos e Nomenclatura

Intervalo é a distância entre quaisquer duas notas musicais, medida em semitons. Para medir esses intervalos tomaremos como base a escala maior.

A escala maior é uma sequência de 7 notas musicais que segue a seguinte relação:


Partindo de Dó, chegamos na seguinte escala:


A escala de Dó maior é a única que contém apenas notas naturais, todas as outras escalas terão notas acidentadas em sua composição. Por exemplo:


A escala maior contém os seguintes intervalos:


Tônica 

Segunda Maior 

Terça Maior

Quarta Justa 

Quinta Maior 

Sexta Maior 

Sétima Maior 

Oitava Justa

Sendo assim, temos dois tipos de intervalos na escala maior, os maiores (2, 3, 6 e 7) e justos (4, 5 e 8). Os intervalos justos se caracterizam por uma acomodação perfeita dos harmônicos, gerando um som consonante de unidade. Os maiores, por serem acomodações imperfeitas,
geram consonâncias imperfeitas ou dissonâncias.

A partir destes, conseguimos construir mais 3 tipos de intervalos, alterando a segunda nota:

Menor – abaixando um semitom de um intervalo maior

Dó - Mi – Terça Maior (3M) 
Dó - Mib – Terça Menor (3m)

Aumentado – aumentando um semitom de um intervalo maior ou justo

Dó - Ré – Segunda Maior (2M)
Dó - Ré# – Segunda Aumentada (2+)


Dó - Fá – Quarta Justa (4J)
Dó - Fá# – Quarta Aumentada (4+)


Diminuto – abaixando um semitom de um intervalo menor ou justo

Dó - Sib – Sétima menor (7m)
Dó - Sibb – Sétima diminuta (7dim)


Dó - Sol – Quinta justa (5J)
Dó - Solb – Quinta diminuta (5dim)