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Notação Pentagramática (ou Como Ler Partitura)

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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

#39 Análises Harmônicas

No episódio de hoje, vamos analisar as harmonias de dois clássicos da música popular – Tiro ao Álvaro e Autumn Leaves. Vamos mostrar a função de cada acorde, onde estão os dominantes individuais e os II cadenciais. Vem com a gente!

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Método: Howard Roberts – Super Chops

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Disco – Ella Fitzgerald – Ella Abraça Jobim

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terça-feira, 12 de maio de 2020

#29 Escala Menor Melódica


Hoje vamos aprender o que é a Escala Menor Melódica, e como ela resolve o problema da segunda aumentada que apareceu na Escala Menor Harmônica. Também mostramos o Campo Harmônico Menor Melódico, e como ele se encaixa no ecossistema do Campo Harmônico Menor


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Bootleg: Rush – Mystic Dreams

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ESCALA MENOR MELÓDICA 

A Escala Menor Melódica é também conhecida com Menor Bachiana (sempre ele...) e aparece na Música Européia de uma forma ligeiramente diferente, mas para o nosso uso em Música Popular o que realmente interessa é a sua forma chamada de Menor Melódica Real.

Na Menor Bachiana ela teria uma forma ascendendo (real) e descendendo (idêntica a Menor Natural). Da mesma forma q tratamos o assunto "Menor Harmônica" trataremos o da "Menor Melódica", nos interessa a formação e uso para harmonização, composição e improvisos para Música Popular, por isso a opção pelo uso da Menor Melódica Real 


Pois bem, vamos montar a Escala Menor Melódica, já com seus respectivos graus. Os intervalos de semitom ficam entre o SEGUNDO e o TERCEIRO grau e o SÉTIMO e OITAVO (repetição da tônica) (figura A).





















Assim sendo, vemos que se tomarmos como base a Escala Menor Natural teremos alterações no SEXTO GRAU e no SÉTIMO GRAU da escala. Se a base for a Menor Harmônica, alteraríamos somente o SEXTO GRAU, visto q o sétimo ja havia sido alterado anteriormente (figura B).


Pensando nisso então, vamos montar o Campo Harmônico da Escala Menor Melódica, e a traçar um paralelo com os outros 2 campos menores já nossos conhecidos (figura C).

terça-feira, 5 de maio de 2020

#28 Modos da Menor Harmônica




Depois do Campo Harmônico Menor Harmônico, hora de estender o raciocínio para as estruturas altas, e formar os Modos Gregos da Escala Menor Harmônica. Vem com a gente!

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Documentário: The Beatles Anthology
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Disco: Wayne Shorter – Saxophone Colossus

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Construção Escala Menor Harmônica:
T  2  3m 4  5  6m  7M  T 

Modos Gerados nos Graus:                                No tom de Am teremos:
Im(7M) – Eólio 7M               Am(7M) – Eólio 7M                                                       
T  3m  5  7M – 9   11  13m         A   C    E   G# -  B    D    F 
IIm7(b5)- Lócrio 6         Bm7(b5)- Lócrio 6

T  3m  b5  7 – b9  11  13  B   D    F    A -  C     E    G#

bIII7M(#5) – Jônio #5 ou Jônio 5+  C7M(#5) – Jônio #5 ou Jônio 5+

T  3  #5 7M – 9  11  13          C  E   G#  B – D  F  A

IVm7 – Dórico #4 ou Dórico 4+  Dm7 – Dórico #4 ou Dórico 4+

T  3m  5  7 –  9  #11  13  D  F  A  C –  E  G#  B

V7 – Frígio Maior ou Mixolídio b9/b13          E7 – Frígio Maior ou Mixolídio b9/b13

T  3  5  7 – b9  11  b13          E  G#  B  F – F  A  C

bVI – Lídio #9          bVI – Lídio #9 

T  3  5  7M – #9  #11  13  F  A  C  E – G#  B  D

VII ο – (Acorde) Diminuto G#ο – (Acorde) Diminuto 
T  3m  b5  b7 – b9  b11  b13         G#  B  D  F – A  C  E


*UPPER STRUCTURES/ TENSÕES/ EXTENSÕES 

OBS.: Os modos da Escala Menor Harmônica são de farta utilização na sintaxe de Acorde/Escala para improvisação e composição, entretanto o SÉTIMO GRAU (Acorde Diminuto) é mais utilizado como Arpejo  da tétrade e suas inversões (a serem vistas em episódio específico) do q como Modo propriamente dito. Oportunamente veremos exemplos de Escalas Simétricas para aplicação nessa relação ACORDE/ESCALA a ser usada especificamente para o Acorde de Sétima Diminuta, ou simplesmente Acorde Diminuto

terça-feira, 21 de abril de 2020

#27 Campo Harmônico Menor




Agora que já conhecemos bem o Campo Harmônico Maior e seus Modos Gregos, é hora de mergulhar no Campo Harmônico Menor, começando pela Escala Menor Natural e Escala Menor Harmônica. Vem com a gente!

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Disco: Johnny Cash – At Folsom Prison
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Então ja sabemos o conceito de relatividade entre a Escala Maior e a Escala Menor Natural, portanto em raciocínio análogo sabemos também o Campo Harmônico gerado na Escala Menor Natural. Não??? Vejamos:
Se já é sabido q os tons de C(Dó Maior) e Am (Lá Menor) são RELATIVOS (possuem as mesmas notas em sua formação) logo os Campos Harmônicos gerados nessas escalas possuirão também as MESMAS NOTAS (figura A).

Pensando nisso, vamos voltar ao conceito das Funções Harmônicas. A principal característica do TONALISMO (a nossa "praia" de Harmonia atual) é a presença do ACORDE DOMINANTE no V grau do Campo Harmônico, gerando a INSTABILIDADE via TRÍTONO a ser resolvida no Acorde Tônica (Grau I). Obs.: Se vc perdeu o trem nesse post revisite os anteriores "Funções Harmônicas" e "Resolução do Trítono no Acorde Dominante" :) Em matéria de Campo Harmônico Menor não seria diferente...

Entretanto, no Grau V do Campo Harmônico Menor surge o acorde Vm7 (Em7), acorde q NÃO GERA TENSÃO DOMINANTE, pela ausência do TRÍTONO em sua formação. Pensando nisso, faremos uma PEQUENA ALTERAÇÃO no acorde, transformando sua TERÇA MENOR em TERÇA MAIOR, e assim mudando de Em7 (E,G,B,D) para E7 (E,G#,B,D) e alterando a sua função para DOMINANTE, a nossa necessidade para o Tonalismo.

Alterando o G para G# mudamos do Grau bVII da Escala Menor Natural para VII, gerando uma nova escala, a ser denominada ESCALA MENOR HARMÔNICA (nome bem sugestivo, ja q foi criada pra dar essa força ai no Tonalismo ;)

Se mudamos a Escala, alteraremos também outros acordes além do acorde do V grau, gerando um novo Campo Harmônico, a ser denominado CAMPO HARMÔNICO DA ESCALA MENOR HARMÔNICA.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:

1- Os Campos Harmônicos Menores são SEMPRE usados em conjunto, ou seja, na prática não existe divisão em Campo Menor Natural e Campo Menor Harmônico. Surgirão acordes do Harmônico normalmente quando for necessária a alteração e inserção da função dominante como visto na regra da sua criação.

2- Essa visão da criação do Campo Harmônico Menor é TOTALMENTE PRAGMÁTICA E FUNCIONAL, visando o esclarecimento do tema sem preocupação histórica e nem contextualização e atribuição aos seus devidos criadores. A quem interessar, vale uma lida no "Livro de Ouro da História da Música" de Otto Maria Carpeaux pra sacar como Bach e o seu "Cravo Bem Temperado" ,entre outras aventuras, resolveu esse pepino e deixou talvez o maior legado em matéria de Harmonia, a ser seguido até hj. (Já foi até Dica Cultural no Podcast)

3- No sétimo grau do Campo Menor Harmônico surge uma família diferente de acorde, o ACORDE DE SÉTIMA DIMINUTA, ou ACORDE DIMINUTO para os íntimos, em sua ÚNICA aparição diatônica (dentro dos campos harmônicos). Ele tem em sua formação Tônica, Terça Menor, Quinta Diminuta e Sétima Diminuta (enarmônica a Sexta Maior). Vamos tratar dessa família de acordes num post específico, mas ja fica ai a expectativa para as "cenas dos próximos capítulos”

terça-feira, 14 de abril de 2020

#26 Provão de Percepção de Modos




Já treinamos a percepção dos modos maiores, já treinamos a percepção dos modos menores, e agora? Treinamos tudo junto, é claro! E de bônus fazemos alguns exercícios de solfejo pra te ajudar a aquecer e decorar os modos. Vem com a gente!

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Sites para estudo de percepção:

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Disco: Guitar Workshop in Rio

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Disco: Zeli Silva Quarteto – Reviravolta

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